sábado, 19 de julho de 2008

Carinho sem fim

Na quinta-feira, no comecinho da noite, fui a Sobral pegar o Guilherme. O cabritin já tava lá há quase dez dias, passando férias com meu pai, minha mãe, primos e tios. Dormi na minha cidade e acordei na sexta-feira, dia 18, data em que a Mãe Teresa, na foto aí do lado, faria 78 anos.

Há muita coisa boa pra lembrar dela, muita coisa, boa mesma. Mas num quero fazer isso aqui não porque faria lembrar outra data e outro acontecimento que nada tem a ver com o aniversário dela.

Teresa, lembrei de você o dia inteiro, mas numa correria danada num consegui parar nem um segundinho pra organizar umas coisas pra lhe escrever. Anotei umas idéias enquanto voava de Fortaleza pra São Paulo, onde tô nesse instante, e só agora consegui guardar você nesse lugarzin que arrumei na vida. Saiba sempre que nós todos, seus filhos (irmãos e irmãs mais novos do Chical, que continua nos protegendo) e netos (primos e primas do Rildson, do Romin e do Renan - os mais novinhos, inclusive o meu Guilherme, você nem conheceu) somos felizes demais por ter você em nossas vidas. E vou parando por aqui senão vou molhar o computador alheio. Beijos pra você.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Samba ou Tango, o Brasil num pode é dançar

A primeira Copa do Mundo que eu lembro de acompanhar foi logo a de 70. Tinha lá meus sete anos e lembro bem direitinho da festa que a gente fazia a cada gol do Brasil. O Ducito, o Veveu e eu demos 19 voltas no quarteirão da Rua Jornalista Deolindo Barreto, onde moramos em Sobral até 1974. Cada gol era uma volta. Eles corriam na frente com agitando uma bandeira do Brasil e o pivetinho corria atrás. Eita lembrança boa! Já cheguei ganhando.

Mas depois veio o jejum de 24 anos, até o tetra. Mas num foi uma escassez de qualquer. Aquela onda de “campeão moral” em 1978 foi de lascar. Ainda mais perder pra milicada argentina, que armou um esquema com o Peru pra tirar o Brasil da parada. E em 1982? Ali é que foi. Eita time bonito de se ver jogando. Tinha lá suas porcarias, a começar pelo Valdir Peres no gol e findar pelo Serginho como centroavante. Uma pena mesmo que o Careca tenha se contundido já a caminho da Espanha. Mas ver aquele time jogando, era mesmo um sonho. Confesso que depois disso num vi mais uma seleção que encantasse. Talvez a de 98, na França. Nem o time campeão de 2002 era lá essas coisas, o que não me impediu de fazer umas boas farras.

Bom, mas isso tudo que to falando é pra chegar no jogo de logo mais contra a Arrrrentina. O Lula Morais, que num desanima nunca, acha que dá pro Brasil ganhar. Pra ele os arrrrentinos num tão com essa bola toda. Quase perderam pro Equador em pleno “Monumental de Nuñez”. Mas eu num acho que aquela turma ali se garante diante dos chamados “hermanos”. Eu vou dizer uma coisa: num sei se é bom perder logo agora, o Dunga se dedicar a apoiar a carreira de estilista da filha dele e o Brasil arrumar um técnico que bote a seleção prsa jogar com mais estilo. Ora, se a seleção é composta, ou pelo menos deveria ser, pelos melhores jogadores, num seria razoável que o técnico fosse o melhor? Um dos mais experientes, com títulos acumulados em clubes? E por que o do Brasil é um cabra que NUNCA FOI TÉCNICO NA VIDA? Paciência, né?